Governo do Distrito Federal
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11/05/18 às 14h55 - Atualizado em 15/06/18 às 16h24

CGDF, CGU e SERPRO assinam acordo de cooperação técnica

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Experiência da Controladoria-Geral do DF com o IA-CM é objeto da parceria que visa fortalecer sistema de controle interno

A Controladoria-Geral do Distrito Federal, o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) assinaram, nesta quinta-feira (10.05), acordo de cooperação técnica visando troca de conhecimentos, especialmente quanto ao modelo de maturidade de auditoria interna IA-CM, e outras metodologias aplicáveis ao fortalecimento do sistema de controle interno na administração pública.

 

A assinatura aconteceu durante a III Semana de Capacitação e Aperfeiçoamento Técnico em Controle Interno, promovida nos dias 9, 10 e 11 de maio, no auditório da Polícia Civil do DF.

 

“Queremos um acordo que funcione, compartilhar boas práticas e olhar adiante com o propósito de desenvolver o sistema de controle e ter bons resultados” afirmou o controlador-geral do DF, Lúcio Carlos de Pinho Filho.

 

O diretor-presidente do SERPRO, Iran Martins Porto Júnior, disse que o órgão tem buscado a adoção de boas práticas e a assinatura do acordo reafirma o compromisso com a transparência e o fortalecimento da instituição.

 

Para o ministro substituto do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União, Wagner de Campos Rosário, o que importa são as consequências desse ato de integração. “Os órgãos de controle se falam muito pouco, por isto esta aproximação vai ser muito importante para o trabalho conjunto em busca de um país melhor”, disse.

 

O ato foi seguido pela palestra “Programa de Integridade na Administração Pública e Lei de Combate à Corrupção”, proferida pelo ministro substituto da CGU. Em sua participação, Wagner Rosário ressaltou que os órgãos precisam atuar de forma integrada de forma a atender as necessidades da população.

 

Quanto à integridade pública, o ministro afirmou que é necessário criar estruturas e um ambiente ético, com foco na prevenção, detecção e remediação de fraudes e atos de corrupção.

 

Ele destacou como deve ser a gestão da integridade na administração pública, onde os órgãos precisam criar seus programas, com o envolvimento e apoio da alta administração e, então, criar e disseminar a cultura de integridade juntos aos servidores.