Governo do Distrito Federal
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1/10/19 às 16h29 - Atualizado em 5/11/19 às 12h03

CGDF participa do Curso de Inteligência de Segurança Pública

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O controlador-geral, Aldemario Castro, e o subcontrolador de Combate à Corrupção, Paulo Martins, estiveram na abertura

 

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) está participando do Curso de Inteligência de Segurança Pública, que começou nessa segunda-feira (30/09) e acontece até o próximo dia 18. O curso é promovido pela Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF), no auditório do Detran.

 

O controlador-geral do DF, Aldemario Araújo Castro, esteve na abertura do curso e falou sobre a importância da integração dos órgãos de inteligência. “A falta de integração transforma os órgãos de inteligência em ilhas. O prejuízo para a eficiência dos trabalhos na área é enorme”, destacou.

Servidores da Coordenação de Combate à Corrupção, da Subcontroladoria de Transparência, Controle Social e Combate à Corrupção da CGDF estão sendo capacitados no curso.

 

A Coordenação de Combate à Corrupção foi criada neste ano, com a reestruturação da CGDF, e é responsável pelo trabalho de inteligência e operações especiais da CGDF, consideradas estratégicas, sigilosas e realizadas de forma integrada com outros órgãos de controle.

 

“A atividade de inteligência se modernizou bastante e isso requer qualificação constante. A participação da equipe de inteligência da CGDF nesse curso reforça a importância da parceria estratégica com a SSP e Agência Brasileira de inteligência (ABIN) e, sem dúvida, contribuirá para a execução dos trabalhos da Coordenação”, afirmou o subcontrolador de Transparência, Controle Social e Combate à Corrupção da CGDF, Paulo Wanderson Martins.

 

Participam do curso 32 servidores das Agências de Inteligência integrantes do Sistema de Inteligência de Segurança Pública do DF. O primeiro dia do curso contou com a palestra do diretor-adjunto da ABIN, Frank Márcio de Oliveira, que falou sobre o papel do sistema brasileiro de inteligência e a legislação na área, na palestra Política, Estratégica e Planos Nacionais de Inteligência.

 

Ele citou a política nacional de inteligência, que entrou em vigor a partir de junho de 2016, e a estratégia nacional de inteligência, elaborada em 2017.

 

“Estes documentos fornecem as principais diretrizes para a inteligência no Brasil, como pressupostos, doutrina, tecnologia, ameaças, oportunidades e diretrizes de como todo o sistema deve atuar de forma integrada para enfrentar os principais desafios que se apresentam no Brasil atualmente’, informou.